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Como chegar em Socorro / SP




Confira as opções de rotas abaixo
Campinas
SP
Santos
BH
RJ
Curitiba
Brasilia

111

132

262

537

549

560

1051


BR 381 - Rod. Fernão Dias
SP 065 - Rod. D. Pedro I
SP 008 - Rod. C. Barduíno
SP 330 - Via Anhanguera
BR 116 - Rod. Pres. Dutra

Vias de Acesso: Principais Rodovias:

SÃO PAULO - SOCORRO:
OPÇÃO 1: Fernão Dias até Bragança Paulista, seguindo para Socorro pela Rodovia Capitão Barduíno.
OPÇÃO 2: 
Via Anhanguera ou Bandeirantes até Jundiaí, (Trevo de Itú), seguindo para Itatiba, Bragança Paulista, Socorro

CAMPINAS - SOCORRO
OPÇÃO 1 - 
Campinas - Itatiba - Bragança Paulista - Socorro
OPÇÃO 2 - 
Campinas - Mogi-Mirim - Itapira Lindóia - Socorro

RIO DE JANEIRO - SOCORRO
Rio / Dutra até Jacareí
Jacareí/ D.Pedro I até Atibaia
Atibaia/Fernão Dias até Bragança Paulista
Bragança Paulista / Capitão Barduíno até Socorro

Capitão Barduíno

Poucos sabem a procedência, daquele que foi homenageado com seu nome na rodovia SP 8 que liga os municípios de Bragança Paulista e Socorro, o Capitão Barduíno. 
Diferentemente do que muitos possam imaginar Capitão Barduíno não foi um valente da corporação militar apesar do título de capitão. Também não foi um desbravador destas terras. 
Mesmo assim, Capitão Barduíno ganhou fama e prestígio na grande São Paulo e em todo o território nacional a partir de1939, com as transmissões do programa “Brasil Caboclo” levado ao ar pela rádio Bandeirantes.
Capitão Barduíno foi o apelido dado por Otávio Gabus Mendes, diretor artístico da emissora, ao compositor e radialista socorrense, Pedro Anestori Marigliani, descendente dos italianos fixados em Socorro.
Ainda na rádio Bandeirantes, Capitão Barduíno fez um programa de sátira política chamado “A Câmara dos Despeitados”. Os programas e o personagem propiciaram a Pedro Marigliani bons relacionamentos no rol da elite paulistana e em meio aos políticos da época. E a fama, a admiração e os contatos adquiridos com a profissão possibilitaram a Marigliani influenciar na vinda de recursos financeiros da capital para obras realizadas na região como, por exemplo, a fundação do Lar Dom Bosco pelo memorável Mestre Agostinho. 
Capitão Barduíno não foi uma pessoa carismática gerada no ventre de uma mulher, mas se a raiz de Barduíno na mente de seu criador e de seu intérprete foi uma extensão do sentido da palavra bardo, fica fácil imaginar a razão do sucesso alcançado pelo personagem na era do rádio. Bardo, segundo o dicionário Aurélio da língua portuguesa, é descrito como poeta heróico, entre os celtas e gálios; poeta, trovador. Considerando as informações acima, e a letra da moda de viola “A enxada e a caneta”, de autoria do socorrense nascido em 13 de novembro de 1904, basta por a imaginação em ação para acreditar que, certamente, o capitão caipira e poeta foi merecedor da homenagem que lhe foi rendida. 










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